"O mundo sou eu", diz Cristiano Ronaldo

Internacional português afirma que é preciso querer ser o melhor para se alcançar sucesso na carreira.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

       Cristiano Ronaldo                                           Foto: FABRICE COFFRINI / AFP


Um dos grandes atrativos desta quarta-feira da Football Tanks, iniciativa promovida pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), foi a transmissão da conversa entre Cristiano Ronaldo e Marcelo Rebelo de Sousa, uma conversa improvável que acabou por ter vários pontos de interesse.

 

Numa conversa curta e descomplexada, o jogador natural da Madeira assegurou que as suas raízes são a fonte da sua aprendizagem e confessa que a sua personalidade é um misto dos três países por onde passou.

 

“Toda a minha aprendizagem vem das minhas raízes. Saí muito jovem da Madeira, com 11 anos, fui para Lisboa. Depois dei o passo mais importante que foi ir para o estrangeiro e a partir daí comecei a ver as coisas de uma maneira diferente. Tenho um pouco da cultura de Portugal, Espana e Inglaterra”, afirmou.

 

O avançado deu ainda alguns conselhos aos portugueses: “Devíamos aprender com os espanhóis . Portugal tem muito potencial, basta ligar a televisão e ver portugueses noutras modalidades, vários desportos, outras nas tecnologias, em várias coisas. O povo português é um povo pessimista. Se formos positivos isso ajuda no nosso bem-estar e no nosso trabalho”.

 

Ronaldo explicou que é necessário querer ser-se o melhor para qualquer profissional se tornar no melhor.

 

“Eu vejo por mim, o mundo sou eu. Eu quero ser o melhor na minha profissão, eu acho que sou o melhor. Se não pensarmos assim estamos a dar prémios aos outros. Temos que pensar nas nossas áreas que somos os melhores e temos que pensar que o mundo somos nós. Mas não se alcança nada sem trabalho nem dedicação”, atirou.

 

O internacional luso revelou o segredo para se ter disciplina:“Sem regras e disciplina não é possível ter sucesso. É tudo mais exigente. No princípio era mais um divertimento passou a ser um trabalho, uma responsabilidade. Tudo continua a ter diversão, mas uma diversão calculista e com objetivos”.


SAPO Desporto